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Sua empresa tem tecnologia como produto principal (software house, fintech, scale-up de produto digital). A Zulti compete em direção de tecnologia pra empresa cujo negócio acontece fora do software — CEO operando software house precisa de CTO interno full-time, dentro do produto.
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Seu time técnico já passou de 10–15 pessoas e a demanda principal é gestão de gente (carreira, performance, headcount, cultura). A Zulti compete em direção de tecnologia pra empresa onde a operação ainda pede mais contrapeso estratégico que liderança de pessoas — esse momento pede CTO interno.
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Você quer quem execute — desenvolva, configure, sente com o fornecedor pra resolver bug, abra chamado. A Zulti compete em direção (o "o quê" e o "por quê"), com execução em escopo separado via Studio, MSP ou outsourcing. CTO sob demanda com execução vira papel ambíguo — não fazemos.
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Sua operação é multinacional, multi-unidade, com governança corporativa pesada. A Zulti compete em direção de tecnologia pra empresa nacional, boutique, com decisão centralizada no CEO ou diretoria pequena. Operação global pede CIO interno ou C-level vindo de Big4.
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Você quer parecer pra validar decisão já tomada — "segunda opinião" encomendada pra cobrir escolha de fornecedor interna. A Zulti compete em independência: quando a recomendação contraria a decisão preferida do cliente, ela vai assim mesmo. Carimbo pago não é o modelo.
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Você compra por indicação de fabricante ou programa de canal. A Zulti não recebe comissão de fornecedor, não tem incentivo de revenda, não "arquiteta" em volta de marca. Cliente que toma decisão técnica por força de canal cabe melhor em parceiro do próprio canal.